CONDIÇÃO PARA PEDIR


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“Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (Tiago 1.6).
 Pedir a bênção diretamente a Deus é o início do segredo para o homem ser bem-sucedido espiritualmente. Perde muito quem, no entanto, utiliza outras fontes – algum intermediário – em vez de falar diretamente com o Único que tem poder e, de fato, abençoa quem se dirige a Ele.
 O Altíssimo não sonega bem algum aos que andam em retidão (Salmo 84.11b). De fato, se nós, sendo maus, sabemos dar boas dádivas aos nossos filhos, mais ainda o Pai celeste pode fazer pelos Seus (Lucas 11.13). Então, o que não for proibido pela Palavra pode ser pedido, desde que seja feito com fé.
 Por sinal, é preciso verificar se sabemos o que é fé e se a possuímos. Os religiosos pensam que desejar algo é o mesmo que ter fé, mas não é isso que a Palavra de Deus diz; Ela declara que a fé é a certeza que não produzimos de nós mesmos, mas vem ao nosso coração por darmos ouvido ao que as Escrituras afirmam (Romanos 10.17). Essa convicção é um ingrediente indispensável para que nossas orações sejam respondidas. Além disso, é de suma importância termos uma vida sem pecado e a firme decisão de buscarmos e recebermos a bênção, além de bons motivos para pedir. Porém, se a fé não estiver movendo o nosso ser, não seremos ouvidos.
 Aqueles que andam por fé são os únicos que agradam ao Senhor (Hebreus 11.6a). Os que se dedicam à caridade fazem, certamente, uma linda obra, mas isso não tem valor no sentido de clamar ao Altíssimo e receber dEle a resposta. Na verdade, nada que o homem faça de si mesmo – nenhum testemunho dado a Deus, nem mesmo uma oferta que não tenha sido inspirada pelo Espírito Santo – tem valor nos Céus. Submissão completa ao que nos é revelado de acordo com as Escrituras é o que conta. Em outras palavras, o Senhor deve dirigir até as intenções do nosso coração. Quem segue Seus ensinamentos adquire a fé necessária para ser atendido.
 Depois de ter fé e de orar, não podemos duvidar. Como uma pessoa pode ter fé e duvidar ao mesmo tempo? Pois é, por mais paradoxal que seja, foi isso que aconteceu com Pedro, ao ver Jesus andando sobre as águas. Tão logo, o Mestre lhe disse “Vinde!”, ele começou a andar sobre as águas (Mateus 14.22-33). Ora, o que lhe deu aquela capacidade de caminhar sobre o mar era o fato de ele agir por fé. Porém, em um momento de fraqueza, ele foi tentado a duvidar. Ao olhar para as ondas e reparar na força do vento, aquele discípulo teve medo; então, duvidou e começou a submergir. Ele chegou a clamar pela ajuda do Senhor e foi atendido, mas Cristo o repreendeu, perguntando-lhe por que ele havia duvidado.
 Tiago faz uma comparação entre a pessoa que duvida e a onda do mar, a qual vai e vem, mas nunca chega a lugar algum. Meu irmão, se você quer ser atendido em suas petições, seja firme na fé!

 Em Cristo, com amor,

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